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Epi Para Trabalho Em Altura

Os tipos de EPI para trabalho em altura são sempre muito procurados. Isso porque esse tipo de serviço é um dos que oferece mais riscos para o profissional. Não é nenhuma novidade a série de acidentes que acontecem com frequência quando se fala desse cenário. No Brasil, em específico, esse índice é altíssimo.

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EPI PARA TRABALHO EM ALTURA

 

Ter elementos que garantem ao máximo a proteção e segurança do trabalhador, é fundamental. E ainda, é necessária uma legislação que disserte sobre as obrigações e responsabilidades tanto da empresa contratante, quanto do funcionário.

Assim, no decorrer dessa leitura você irá entender mais a fundo sobre cada EPI para trabalho em altura. Ainda, acompanhe como funcionam as normas regulamentadoras e o que elas têm a dizer sobre esse assunto. Confira tudo isso nos próximos tópicos. 

O QUE SÃO EPIs?

Essa sigla significa Equipamento de Proteção Individual. Eles são instrumentos de segurança pessoal usados por profissionais para evitar acidentes. São regulamentados pela NR 6 que define os EPIs da seguinte forma: “…todo dispositivo ou produto de uso individual utilizado pelo trabalhador, destinado à proteção de riscos suscetíveis de ameaçar a saúde e segurança no trabalho”.

Uma das maiores recomendações com relação a essas ferramentas, é ter conhecimento de sua procedência. Assim, é fundamental que quem compra o EPI para trabalho em altura, tenha plena noção de que ele foi fabricado corretamente. É a forma primária de se evitar acidentes, antes mesmos de serem utilizados em campo.

 

EPI-para-trabalho-em-altura

 

Então, no intuito de incluir esse cuidado na regulamentação, a NR 6 diz que qualquer EPI só pode ser vendido se possuir o Certificado de Aprovação. Esse último é emitido pelo Ministério do Trabalho e Emprego. Cada um deles tem um prazo de validade que deve ser respeitado, sem exceções. 

Além disso, o próprio equipamento possui validade própria. Se o profissional o utilizar após seu vencimento, não tem como garantir que ele estará cumprindo sua função de forma plena por isso, cuidado. O recomendado é que nesses casos, ele seja descartado.

A NR 35 E O TRABALHO EM ALTURA

Qualquer tarefa executada com mais de 2 m do nível inferior, é considerada um trabalho em altura. Isso porque a partir dessa medida, o risco de uma queda danosa se faz presente. Por essa razão, a NR 35 é destinada a especificar quais os parâmetros necessários para realizar esse tipo de serviço.

Assim, uma das regras é que para trabalhar nesse cenário, o profissional precisa estar devidamente treinado. Então, a preparação dada pela empresa precisa abranger pelo menos os seguintes tópicos.

  • Normas e regulamentos referentes ao trabalho em altura;
  • Análise de risco e situações impeditivas;
  • Riscos inerentes ao trabalho, bem como medidas preventivas e de controle;
  • Conhecimento em sistemas, equipamentos e procedimentos de proteção coletiva;
  • Equipamentos de Proteção Individual para trabalho em altura: necessário realizar seleção, inspeção, conservação e limitação de uso;
  • Acidentes mais comuns em trabalhos em altura;
  • Modos de agir em situações de emergência, incluindo noções básicas de técnicas de resgate e de primeiros socorros.

Ainda, é necessário que haja um outro treinamento sempre que alguns desses cenários se tornar uma realidade. Confira quais são eles.

  • Qualquer mudança nos procedimentos, condições ou até, nas operações de trabalho;
  • Evento que sinalize a necessidade de novo treinamento;
  • Retorno de afastamento ao trabalho por um período maior que 90 dias;
  • Mudança de uma empresa para outra.

Importante ressaltar que, o objetivo de todas essas regras é exatamente garantir a integridade de todos os envolvidos. Como erros em situações como essa podem ser fatais, vale a pena o esforço para evita-los ao máximo. Portanto, sempre que o assunto for EPI para trabalho em altura, leve esses pontos em consideração.

A IMPORTÂNCIA DO PLANEJAMENTO

Um outro ponto que a NR 35 disserta, é sobre a necessidade de 3 elementos: planejamento, organização e execução. Cada um desses pontos deve ser feito pelo profissional, antes de começar o serviço em altura.

Então, além do treinamento, o trabalhador deve ter sua saúde avaliada pelo PCMSO, Programa de Controle Médico de Saúde Ocupacional. E ainda, é exigido uma análise de riscos para otimizar a segurança do profissional. Veja os pontos a serem considerados nessa avaliação, segundo a NR 35.

  • O local em que os serviços serão executados bem como o seu entorno;
  • O isolamento e a sinalização ao redor da área de trabalho;
  • O estabelecimento dos sistemas e de todos os pontos de ancoragem;
  • As possíveis condições meteorológicas adversas;
  • A seleção, inspeção, modo de uso e limitação de uso dos sistemas de proteção coletiva e individual;
  • O risco de queda de materiais ou ferramentas;
  • Os trabalhos simultâneos que possuam quaisquer riscos específicos;
  • O cumprimento dos requisitos de segurança e saúde presentes nas outras NRs;
  • Os riscos adicionais existentes;
  • As condições que são impeditivas para o serviço;
  • As situações de emergência e o planejamento do resgate e primeiros socorros;
  • A necessidade de sistema de comunicação e forma de supervisão.

RESPONSABILIDADE DO EPI

Um dos tópicos mais importantes sobre EPI, é saber sobre os deveres de cada membro envolvido na atividade a ser desempenhada. Isso porque geralmente é um time bem grande que faz parte desse processo, sendo necessário dividir em categorias. Acompanhe como isso funciona.

 

EPI-para-trabalho-em-altura-2

 

Funções do contratante/empregador quanto aos EPIs

  • Comprar os equipamentos adequados ao risco de cada atividade;
  • Exigir sempre o seu uso;
  • Disponibilizar ao trabalhador somente o aprovado pelo órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho;
  • Treinar o profissional sobre o uso adequado, sobre guarda e conservação;
  • Substituir imediatamente, sempre que houver um EPI danificado ou extraviado;
  • Comunicar diretamente ao MTE sobre qualquer irregularidade.

Funções do profissional quanto aos EPIs

  • Usar corretamente os EPIs e apenas para a finalidade a que eles se aplicam;
  • Responsabilizar-se pela guarda e conservação do EPI;
  • Comunicar ao contratante qualquer alteração que o torne indevido para uso;
  • Cumprir sempre as determinações do contratante sobre o uso adequado do equipamento.

Funções do fabricante quanto aos EPIs

  • Se cadastrar no órgão nacional responsável pelas medidas de segurança e saúde no trabalho;
  • Solicitar a emissão do Certificado de Aprovação (CA); 
  • Pedir a renovação do CA quando o prazo de validade estipulado pelo órgão nacional, vencer;
  • Solicitar novo CA sempre que houver alteração nas especificações do equipamento aprovado; 
  • Responsabilizar-se pela manutenção da qualidade do EPI que originou o Certificado de Aprovação;
  • Só vender EPIs que possuam o Certificado de Aprovação, CA;
  • Comunicar ao órgão nacional competente em matéria de segurança e saúde no trabalho, sobre mudanças nos cadastros fornecidos; 
  • Comercializar o EPI com instruções técnicas no idioma nacional;
  • Orientar o comprador sobre sua utilização, manutenção, restrição e demais referências ao seu manuseio;
  • Fazer constar no EPI o número do lote de fabricação; 
  • Fornecer as informações referentes aos processos de limpeza e higienização de seus EPI;
  • Orientar o comprador com todas as informações necessárias para garantir que o EPI se mantenha eficiente; 
  • Promover adaptação do equipamento para pessoas portadoras de deficiências.

EPI PARA TRABALHO EM ALTURA

Agora que você está ciente de todas as normas e obrigações de cada integrante do serviço, é hora de conhecer com mais detalhes cada EPI para trabalho em altura. Você verá que cada um deles possui função distinta, sendo igualmente importantes para a proteção do profissional. Acompanhe.

CAPACETE COM JUGULAR

A utilidade de um capacete não é novidade para ninguém, certo? Nesse contexto de trabalho em altura, ele funciona para proteger o usuário de pancadas ou de objetos pesados que possam atingi-lo com força.

Nesse cenário em específico, esse é um instrumento fundamental, simplesmente não tem como alguém se submeter a um serviço desses, sem usar um capacete. Caso o fizer, a sua segurança estará seriamente comprometida.

No entanto, esse equipamento possui um elemento extra que aumenta ainda mais sua capacidade protetiva, a jugular. Basicamente, ela é uma fita que passa por debaixo do queixo. Essa pequena mudança impede que o capacete caia quando o usuário se movimenta ou quando há algum vento forte no local.

Então, além de conferir uma maior proteção, a jugular torna o instrumento mais confortável. O trabalhador tem uma maior mobilidade e não precisa ficar se preocupando em manter o capacete firme na cabeça. Isso ajuda bastante na execução do serviço.

CINTO DE SEGURANÇA TIPO PARAQUEDISTA

Sempre que o nome altura estiver descrito em algum serviço, o cinto de segurança tem que ser o termo seguinte. Ainda que todos os procedimentos para evitar acidentes sejam tomados, não existe nada que garante 100% que eles não ocorrerão.

Portanto, o uso de cinto é obrigatório. Esse tipo em específico é similar a um modelo de cinturão que paraquedistas utilizam em suas atividades. Por isso, o nome. Ele oferece maior proteção para o profissional que está exposto a alturas consideráveis.

TALABARTES 

O cinto de segurança só funciona corretamente por causa desse equipamento. O talabarte funciona como uma extensão do cinto, composto por uma fita com um ponto de ancoragem. O recomendado é que esse último seja colocado de uma maneira que o profissional seja capaz de se prender ao mesmo.

Também, dependendo do cenário de atuação, um só ponto pode não ser o suficiente para manter a segurança do usuário. Por essa razão, ele não é indicado para certas alturas. Acompanhe alguns dos outros modelos de talabartes que são vendidos.

  • O Talabarte Y

Ele é tido como mais seguro que o modelo simples. Ele possui um formato de Y, tendo assim, 3 pontos de ancoragem. Um deles fica preso ao cinto do profissional, enquanto os outros dois ficam conectados em pontos seguros.

  • O Talabarte Ajustável

Modelo mais utilizado para trabalhos posicionados. É um complemento do tipo simples com o Y. Com ele, o trabalhador pode utilizar as duas mãos para executar suas atividades, e ainda, se mantém seguro. Portanto, esse EPI para trabalho em altura é um dos mais recomendados.

TRAVA-QUEDAS

Esse equipamento atua em conjunto com o cinto e com os talabartes. Ele é essencial quando o serviço a ser executado exige que o profissional se movimente muito. Basicamente, ele é uma espécie de presilha com trava, funcionando da mesma forma que um cinto de automóvel.

Assim, caso haja um impacto forte ou uma queda, a trava é responsável por segurar o cinto, protegendo o trabalhador de algo mais sério. No entanto, vale ressaltar que existem vários modelos de trava-queda. A escolha do ideal vai depender do tipo de atividade a ser desempenhada.

BOTINAS DE SEGURANÇA

Quando se fala em altura, qualquer movimento errado pode resultar em uma tragédia sem tamanho. Portanto, ter um equipamento que ajude o trabalhador a se firmar aonde ele está apoiado (em um andaime, por exemplo), é essencial.

Além disso, quando se está nesse tipo de serviço, se está sujeito a machucar a região dos pés. Isso seja com ferramentas que caiam em cima ou até pisando em algo pontiagudo. O importante é que as botas são elementos indispensáveis nesse contexto. Independente do tipo de trabalho realizado em altura, ela tem que ser utilizada. Veja algumas outras funções desse EPI.

  • Proteção contra possíveis descargas elétricas;
  • Proteção contra altas ou baixas temperaturas;
  • Evita o contato direto com produtos que podem causar queimaduras;
  • Lesões no geral.

ÓCULOS DE SEGURANÇA

Os olhos são sempre uma das partes do corpo que ficam mais expostas. Logo, eles são suscetíveis a entrarem em contato com partículas estranhas, causando acidentes. Por essa razão, o uso de óculos é imprescindível. Importante ressaltar que existem diversos tipos de lentes e cada uma delas é indicada para situações distintas. 

LUVAS DE SEGURANÇA

Assim como as botas e os óculos, as luvas não podem faltar na proteção do trabalhador. Elas são os elementos básicos que impedem uma diversidade de acidentes que podem ser muito graves. Com elas, o profissional fica seguro com relação ao contato com objetos cortantes ou substâncias químicas.

Desse modo, seu uso é obrigatório em qualquer serviço. Lembre-se que a metros de altura, o socorro irá demorar para chegar, sendo a prevenção a melhor arma para evitar incidentes.

CORDAS

Um dos erros mais comuns que pessoas cometem, é achar que todas as cordas são iguais. Isso não é uma verdade e quando se fala de segurança, jamais esse pensamento pode prevalecer. Por essa razão, no ato da compra, o cliente deve ficar alerta para, entre outras coisas, o tipo de material que compõe esse equipamento em questão. 

Isto porque ele deve ser altamente resistente e desenvolvido especificamente para o tipo de atividade que se deseja realizar. Só assim a integridade do usuário pode ser garantida. Esse EPI para trabalho em altura é um dos mais importantes dessa lista.

Para se ter uma ideia, até mesmo o nome do equipamento pode mudar de um trabalho para outro. Na indústria, esse EPI é chamado de corda (termo mais comum), porém bombeiros e marinheiros costumam chamar de cabo. Portanto, vale a pena ficar atento a essas distinções.

Agora, quando se fala de trabalho em altura, o termo correto é corda. No entanto, ela possui algumas variações, podendo ser estática ou elástica. Confira com mais detalhes as características de cada uma delas logo abaixo.

  • Corda elástica

Esse tipo é normalmente utilizado pelos praticantes de escalada, tendo em vista que aguentam o aumento de peso que naturalmente ocorre no caso de uma queda. Assim, ela possui elasticidade de até 10% em condições normais e, em caso de choque, se alongam por mais 60% do seu tamanho normal. Isso a torna ideal para essas situações.

Além disso, ela tem uma alta flexibilidade e, por conta de sua elasticidade, uma alta resistência. Desse modo, esse tipo deve ser escolhido quando o ponto de ancoragem estiver abaixo do local onde o indivíduo estiver executando o trabalho em altura. Uma dica infalível para reconhece-las durante a compra é prestar atenção nas cores. Normalmente, essas cordas possuem mais de uma tonalidade.

  • Corda estática

Esse nome pode gera alguma confusão, mas a verdade é que essa variação possui uma elasticidade considerável. Ela consegue se alongar em 2% num ritmo de trabalho normal, chegando a se estender em até 20% quando submetida a choques. 

Então, essas cordas são muito utilizadas no carregamento de objetos em grandes alturas, já que têm muita resistência e um baixo índice de rompimento. No entanto, elas devem sempre ser utilizadas quando o ponto de ancoragem estiver acima do trabalhador. Você pode usar a mesma dica de reconhecimento por cores citada anteriormente. A diferença é que aqui só há uma tonalidade.

  • Corda de Kermantle

Ela é totalmente revestida por fibras nylon e composta de uma capa com fios de poliéster. Essas características fazem com que seu índice de elasticidade seja bem baixo. Isso também tendo em vista que a combinação do nylon com poliéster não é nada maleável.

Porém, isso não é um fator negativo sobre ela. O que esse tipo de corda perde em elasticidade, ganha em resistência. Ela consegue aguentar altas cargas e temperaturas mais elevadas. Esses pontos fazem com que a corda de Kermantle seja muito utilizada em resgates, incêndios e no trabalho em altura.

Ainda, existe uma outra forma de saber qual o melhor tipo de equipamento para comprar. Isso em situações distintas de trabalho, ainda que em altura. Você pode ter uma boa ideia por meio da composição do instrumento. 

É muito importante que se saiba todos os detalhes sobre eles. Assim, você não corre o risco de adquirir algo que coloque a integridade de alguém em risco. Por isso, acompanhe os materiais mais comuns presentes nesse tipo de EPI para trabalho em altura.

  • Nylon

Bastante famoso por ser capaz de viabilizar a fabricação de fibras largas e ininterruptas. Desse modo, as cordas feitas de nylon costumam ser mais fortes e flexíveis, permitindo a criação de um equipamento bastante elástico. 

Porém, não se engane: cordas com esse tipo de material na sua composição costumam perder capacidade de carga quando se encontram molhadas! Se o local de trabalho envolve esse tipo de situação, ela não é recomendada.

Além disso, esse material não se deteriora quando exposto a mofo e fungos no geral. No entanto, podem se desgastar seriamente ao entrar em contato com certos produtos. E ainda, aguentam temperaturas limitadas a 250º C, não mais do que isso.

  • Poliéster

Cordas compostas de poliéster possuem fibras bem mais densas e pesadas. Como principal consequência, elas são menos resistentes (cerca de 15% menos do que as cordas de nylon). Apesar dessa desvantagem, elas possuem uma alta resistência a raios ultravioletas e aguentam temperaturas de até 260º C.

O melhor de tudo é que os fabricantes encontraram uma forma de resolver esse problema. É muito comum encontrar no mercado cordas com capa de poliéster e núcleo de nylon. Assim, você obtém o melhor do que cada um pode oferecer.

  • Polipropileno

Esse último tipo trata-se de cordas com alta resistência a produtos químicos, como ácidos, por exemplo. São ainda, capazes também de flutuar na água. Suas fibras, porém, não possuem alta resistência a impactos e, por essa razão, não costumam ser utilizadas no trabalho em altura.

 

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Por último, a coisa que você mais deve se atentar é a vida útil de cada equipamento, no caso, corda. Pode ser que seja necessária uma troca frequente dos mesmos ainda que eles sejam resistentes. Afinal, cada variação tem sua particularidade, certo? Portanto, não esqueça de sempre checar sua integridade de tempos em tempos.

POLIA

Um equipamento muito simples e, ao mesmo tempo, extremamente importante. Ele é usado junto com a corda, no intuito de criar um esquema eficaz de ancoragem. Assim, o usuário consegue subir e descer de pontos altos com mais facilidade. A polia é indispensável para a mobilidade do profissional.

Por fim, você conhece cada EPI para trabalho em altura. É sem sombra de dúvidas importante saber a função deles. No entanto, não se deve negligenciar as normas regulamentadoras também aqui citadas. Garanta a integridade do seu time.

 

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